O orçamento para a época 2009/2010 vai ser significativamente inferior ao anterior, o que nos permite antecipar mais e maiores dificuldades para o campeonato que se avizinha. Ao contrário do que chegou a ser veiculado, o FC Pampilhosa vai mesmo disputar a 2.ª Divisão Nacional – ao que parece, ao contrário dos nossos vizinhos do Oliveira do Bairro – e, neste momento, começaram já a ser definidos os rostos, antigos e novos, que vão ocupar os cargos técnicos e fazer parte do plantel. Para já, as informações que temos disponíveis são as seguintes:1.Como já tinha sido publicamente afirmado pelo próprio, na Assembleia-Geral do clube, o ex-presidente Carlos Duarte vai continuar a ser o principal patrocinador do FC Pampilhosa, já tendo fixado e anunciado o valor que disponibilizará ao longo do ano.
2. É cada vez mais urgente encontrar mais e diferentes alternativas para a obtenção de receitas para o nosso clube. O dinheiro de um mecenas, a somar à verba disponibilizada pela Câmara Municipal da Mealhada não chega, ou, pelo menos, não chegará em breve, para estabilizar o FC Pampilhosa neste patamar competitivo. Neste caso, a ajuda de todos os sócios e adeptos é fundamental. E, é claro, torna-se urgente encontrar uma qualquer empresa que queira ver o seu nome associado ao nosso clube.
3.O abatimento no orçamento não vai permitir ao FC Pampilhosa “segurar” alguns dos seus melhores valores. Ainda assim, será possível garantir alguns dos elementos do nosso plantel anterior, conseguindo obter um grupo interessante, que misture experiência e juventude.
4.A manutenção passa a ser o único objectivo. Em primeiro lugar, tem de se tentar ficar nos primeiros seis lugares da 1.ª Fase. Caso não seja possível, tem de se tentar assegurar, posteriormente, a permanência na 2.ª Divisão Nacional.
5. Caso não seja possível a manutenção e se confirme a descida à 3.ª Divisão Nacional isso não será nenhum drama. Com os apoios recebidos, o FC Pampilhosa terá de repensar a sua posição no actual panorama do futebol português
Terminou, às zero horas deste sábado, a sondagem que tentou auscultar os leitores do PAMPILHOSA LINDA acerca das (alegadas) razões que levaram Luís Albuquerque, presidente do Fátima, a faltar ao jogo da sua equipa na Pampilhosa. É opinião da maioria (50 por cento) que este dirigente “teve medo”; outros (37 por cento) consideram que “teve vergonha”. Apenas um voto (representando 13 por cento) refere que “teve consciência”. Ou seja, nas palavras dos nossos leitores, foi um género de vergonha consciente, que resultou em medo, que levou o líder da direcção do Fátima a primar pela ausência no momento mais alto da época para a sua equipa de futebol – onde esta confirmou e festejou o apuramento para as meias-finais da 2.ª Divisão.